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É impossível saber quais as razões que estão levando os serventuários a deixar de fazer a indispensável pressão junto à ALERJ e ao governo do estado.

O fato concreto é que os deputados governistas, capitaneados por Paulo Melo e pelo capo Picciani estão fazendo o que querem com o projeto de reposição salarial dos servidores do judiciário que está naquela Casa sem qualquer previsão de andamento.

Ainda mais agora que - ao que parece - o Pres. do TJRJ está prestes a capitular ( mais uma vez ) diante de seu chefe Cabral desrespeitando a Lei e reduzindo o período de retroatividade da reposição.

Jorge Picciani é trapalhão antigo...

Escravocrata, rico, sempre viveu de puxar o saco dos poderosos.

Paulo Melo lidera o bloco ( ou seria quadrilha ) do governo com toda aquela antipatia que lhe é característica.

Portanto os serventuários estão correndo o sério risco de ter UMA REPOSIÇÃO INFERIOR AOS 7,3% PROMETIDOS E SEM QUALQUER RETROATIVIDADE - valendo o "aumento" ( permitam-nos rir...) apenas a partir de 1º de Setembro - se não acontecer coisa ainda pior .

Resumo da ópera : ou os serventuários levantam as ilustres bundas das cadeiras - e tomam a frente do sindicato lotando as escadarias e galerias da ALERJ - ou estarão deixando que este mesmo sindicato possa dizer que CONSEGUIU SOZINHO a reposição salarial de 2008, sem o apoio de ninguém , nem do pessoal do judiciário que deveria ser o maior interessado neste assunto.

É lamentável !!!...

Cabral , Picciani e Cia... os serventuários estão cansados de ver este mesmo filme.

E não há vez em que este indivíduo, que comanda com mão de ferro os servos do governador naquela casa, não tripudie sobre a Categoria dos serventuários da Justiça e ainda ganhe o aplauso de seus cúmplices.

 
 
Fotos dos serventuários na ALERJ feitas em 03/09/2008

E, enquanto isto acontece na ALERJ os serventuários parecem não estar nem aí para o assunto reposição salarial .

As escadarias da ALERJ tem ficado vazias, e as galerias ídem - só enchendo um pouquinho mais com a ajuda de outras entidades como CEDAE, etc. que também estão reivindicando melhorias .